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Quinta-feira, 3 de Maio de 2007

“vem junto comigo, vem …”.

O calor dentro da barraca estava insuportável. Eu olhava para o tecido perfurado da abertura da janela desejando um pouco de brisa, quando Selma tocou-me o braço dizendo:

_Beto, vamos para a praia?

_Como? _ Eu perguntei curioso.

_O calor está demais, vamos tomar um banho de mar!

Eu olhei para ela, ainda incrédulo, porque ela me chamava para um banho de mar àquela hora da noite? Não podia acreditar no que estava acontecendo.  Selma era uma amiga de minha irmã Cristina que foi incluída inesperadamente no nosso passeio de feriadão. Fomos acampar na fazenda de um amigo de nossos pais, que ficava à beira de uma praia deserta.

Selma era uma garota um pouco mais velha que eu, e ao contrário de mim, cheia de vivacidade, energia e extroversão. Ela havia brigado com o namorado, com quem viajaria no feriado, e vendo-a triste e sozinha, minha irmã a chamou para ir conosco. Eu era um garoto de quase 18 anos, tímido e solitário, sem amigos, sem namorada, vivia para estudar e ainda não havia experimentado as mulheres. Estar na companhia delas me deixava nervoso, calado e completamente em pânico. Selma aceitou o convite de Cristina, mas havia um problema, ela não tinha barraca. Problema imediatamente resolvido por minha irmã, que ofereceu a minha barraca para ela, comigo dentro, imaginem. Cristina sabia que eu não iria contestar uma decisão dela, e assim ficou acertado nosso passeio.Selma era uma daquelas garotas que deixava qualquer homem louco de desejo. Aquele corpo macio e moreno, os cabelos castanhos compridos, um bumbum redondinho e gostoso, uma boca carnuda, um sorriso sedutor e aqueles dois seios que ficavam saltando delicadamente dentro da blusa ao menor movimento que ela fazia. Quando eu a vi, meu rosto queimou e logo embaixo, lá dentro da minha bermuda, algo cresceu sem minha permissão. Fomos apresentados e ela sorriu ao me ver assim completamente corado e sem graça, me dando dois beijinhos no rosto e dizendo-me seu nome.

Já era a segunda noite, e lá estava ela dentro da minha barraca. A primeira noite tinha sido uma verdadeira tormenta para mim, quase não dormi, virava-me de um lado para o outro, enquanto a olhava maravilhado. Ela dormia completamente relaxada, a blusa do pijama meio desalinhada mostrava a visão daquela tatuagem logo acima da curva do bumbum, os cabelos caídos displicentemente sobre os ombros e aquela boca macia semi-aberta me convidando para um beijo. Minha vontade era de tocar aquela pele morena que brilhava através dos pêlos dourados pelo sol, mas estava paralisado diante daquela visão. A barraca estava tomada pelo cheiro do seu corpo e eu sorvia aquele aroma que me tirou o sono e fazia meu sexo pulsar a noite inteira. Hoje, estava ela outra vez ao meu lado, com seu pijama amarelo, um shortinho minúsculo e uma blusinha de alças com o desenho do Pato Donald. A ponta do bico do pato parecia querer morder o outro bico, aquele que estava logo embaixo do tecido, e para o qual eu olhava hipnotizado. E ela falou novamente, com se quisesse me acordar.

_Vamos Beto, vamos tomar um banho de mar? Está muito quente!

_Hã …

_O que é que você tem? Que cara de bobo! _ Ela falou, rindo de mim. Foi falando e pegando minha mão, me puxando para fora da barraca, sem me dar chances de reação. Eu quis colocar uma sunga, mas ela disse para irmos do jeito que estávamos e me pediu para levar a garrafa de vinho que sobrou do jantar. Eu fiquei atônito diante de tanto alvoroço, mas sem alternativa, fui até o isopor, peguei a garrafa e a segui. Mal chegávamos à praia e começou a chover muito forte, eu quis voltar, mas Selma me segurou pelas mãos.

_Para que voltar? Vamos tomar esse banho de chuva, vai ser uma delícia! _ E saiu correndo pela praia, de braços abertos, enquanto eu me encolhia sentando na areia. Quando ela voltou, eu estava encharcado e ela também, nossos pijamas completamente transparentes e colados ao corpo. O Pato Donald todo molhado agora tinha o bico quase mordendo aquele seio arrepiado. Eu desejei ser um pato por alguns instantes. Ela riu quando olhou para o short do meu pijama e viu o estado das coisas. Eu tentei esconder, e ela me perguntou do que eu tinha vergonha. Fiquei mudo e paralisado quando percebi logo abaixo seu shortinho completamente molhado e sem a calcinha por baixo; ela apenas sorriu mais uma vez, deslizando os dedos sobre meus cabelos, afastando-os de sobre meus olhos, enquanto sentava-se na areia a meu lado. Meu coração parecia querer pular fora e meu pau pulsava querendo rasgar o pijama. Tentei manter a calma, conversamos um pouco, ela falou um pouco dela e quis saber de mim, me olhava nos olhos com insistência e isso me envergonhava, eu baixava os olhos. Foi quando a chuva passou e ela falou-me para retirar a camisa do pijama senão eu ia me resfriar. Eu resisti ainda envergonhado, mas ela veio e tirou-a para mim, enquanto esfregava meu peito e minhas costas me aquecendo do frio. Eu sorria absolutamente sem graça e ela falou: “também estou com frio, você me esquenta?” me olhando entre os cílios e me pedindo para que eu retirasse sua blusinha molhada e lhe abraçasse. Minhas mãos estavam trêmulas demais, Selma sentiu e segurou-as me ajudando a expulsar o pato da frente daquela visão deliciosa. Ela segurou os dois seios entre as mãos, e me perguntou se queria beijá-los, eu assenti com a cabeça, mudo que estava, enquanto ela colocava o gargalo da garrafa sobre eles derramando o vinho. Deslizei minha língua sobre os bicos daqueles peitinhos, saboreando o gosto daquele corpo temperado pelo vinho. Fomos colando nossos corpos um no outro enquanto nos beijávamos, ela sentou-se em mim e a sensação daquele bumbum macio e frio sobre meu colo me enlouqueceu totalmente. Sua língua dentro da minha boca foi descendo pelo meu queixo e pelo meu pescoço, suave e macia me devorando. Ela deslizava sobre mim, meu pau ia acompanhando aqueles movimentos e se instalando entre suas carnes mornas aos poucos, se aconchegando dentro do calor daquela xaninha quente e apertada. Como aquilo era absurdamente gostoso, eu não conseguia acreditar que fosse verdade, era milhões de vezes melhor que qualquer punheta. Eu parecia que ia explodir inteiro, enquanto ela sussurrava baixinho, se apertava contra mim, me abraçando com aquela força doce de menina arteira e sorrindo de pura malícia. Foi nessa hora que veio o gozo, enquanto ela me olhava e rebolava-se sobre mim com aquele jeitinho safado dizendo: “vem junto comigo, vem …”. Não agüentei e explodi agarrando-me a ela.

Selma ressonou e empurrou-me com firmeza, virando-se. Olhei para o lado incrédulo, ela dormia profundamente, e eu ofegante e suado acordei assustado com as mãos e o short do pijama totalmente encharcados. Levantei-me e me dirigi à praia, sozinho, como sempre.

by Urban @


publicado por paparazzi às 00:06
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